Teste biológico da autoclave: como fazer?

Teste biológico da autoclave: como fazer?

Colocar os instrumentos na autoclave e iniciar o ciclo não é suficiente para garantir, sozinho, que o processo de esterilização ocorreu adequadamente. 

Tempo, temperatura e pressão fazem parte do monitoramento, mas existem outras formas de verificar a eficácia do processo. Entre elas está o teste biológico da autoclave, utilizado para avaliar o processo de esterilização por meio de indicadores biológicos. 

Além de ser uma medida importante de segurança, o monitoramento deve seguir as normas aplicáveis ao tipo de serviço. 

Para os serviços que prestam assistência odontológica, por exemplo, a RDC Anvisa nº 1.002/2025 determina que o monitoramento com indicador biológico seja realizado semanalmente, em conjunto com um integrador químico tipo 5 ou 6, no primeiro ciclo de esterilização do dia. 

Mas qual é o local correto para posicionar o teste? Como interpretar o resultado? E, principalmente, o que fazer se o teste biológico da autoclave der positivo? 

Entenda a seguir. 

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O que é o teste biológico da autoclave? 

O teste biológico é uma forma de monitoramento do processo de esterilização. 

Os indicadores biológicos utilizados na esterilização a vapor contêm microrganismos altamente resistentes ao processo esterilizante. Depois de submetido ao ciclo, o indicador é incubado e avaliado de acordo com as instruções de seu fabricante. 

O objetivo é verificar se o processo foi capaz de inativar os microrganismos utilizados no teste. 

De maneira simplificada: 

resultado negativo para crescimento microbiano: indica que o processo conseguiu inativar os microrganismos do indicador nas condições testadas; 

resultado positivo para crescimento microbiano: indica possível falha no processo de esterilização e exige investigação e medidas corretivas. 

Por isso, o teste biológico funciona como uma importante ferramenta de controle do processo. 

Indicador biológico, químico e físico são a mesma coisa? 

Não. 

O monitoramento da esterilização envolve diferentes informações, que se complementam. 

Monitoramento físico 

Avalia os parâmetros físicos do ciclo. 

Na esterilização por vapor saturado sob pressão, são monitorados parâmetros como: 

  • Tempo; 
  • Temperatura; 
  • Pressão. 

Indicadores químicos 

São desenvolvidos para responder à exposição a determinadas condições do processo de esterilização. 

Existem diferentes classes de indicadores químicos. A RDC nº 1.002/2025 estabelece, para o monitoramento abordado na norma, o uso de integrador químico tipo 5 ou 6 no pacote-teste. 

Indicador biológico 

Utiliza microrganismos resistentes ao processo esterilizante para verificar sua eficácia microbiológica. 

Uma estratégia não deve ser simplesmente utilizada como substituta da outra. O controle adequado considera os diferentes tipos de monitoramento exigidos para o serviço. 

Com que frequência fazer o teste biológico da autoclave? 

A resposta depende do tipo de serviço e da regulamentação aplicável. 

Esse ponto é fundamental. 

Em serviços odontológicos 

A RDC Anvisa nº 1.002, de 15 de dezembro de 2025, estabelece requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para serviços que prestam assistência odontológica. 

Segundo o Art. 89, o monitoramento da esterilização deve ser realizado semanalmente, no primeiro ciclo de esterilização do dia, utilizando pacote-teste contendo: 

  • Um indicador biológico; e 
  • Um integrador químico tipo 5 ou 6. 

Portanto, para os serviços abrangidos por essa norma: 

frequência: semanal 

momento: primeiro ciclo de esterilização do dia 

Essa determinação não deve ser generalizada automaticamente para todos os estabelecimentos de saúde. 

E em CME e outros serviços? 

A RDC Anvisa nº 15/2012 estabelece outros requisitos para o processamento de produtos para saúde em seu campo de aplicação. 

Nela, o monitoramento com indicador biológico deve ser realizado diariamente, em pacote-desafio, posicionado no ponto de maior desafio ao processo de esterilização definido durante os estudos térmicos da qualificação de desempenho. 

Para cargas contendo produtos para saúde implantáveis, a RDC nº 15/2012 determina indicador biológico a cada carga, que somente deve ser liberada após leitura negativa. 

Por isso, a pergunta “de quanto em quanto tempo fazer teste biológico?” precisa ser respondida considerando o estabelecimento e a norma que se aplica a ele. 

O que mudou com a RDC 1.002/2025 para odontologia? 

Para entender a rotina atual dos serviços odontológicos, quatro artigos merecem atenção especial. 

Art. 89 — monitoramento semanal 

Determina o monitoramento semanal, no primeiro ciclo de esterilização do dia, com pacote-teste contendo indicador biológico e integrador químico tipo 5 ou 6. 

A norma também estabelece requisitos para a preparação e o posicionamento desse pacote. 

Art. 90 — ciclos subsequentes 

Nos ciclos subsequentes de esterilização, o monitoramento deve ser realizado em pacote-teste contendo integrador químico tipo 5 ou 6. 

Isso significa que o controle não se resume ao teste biológico semanal. 

Art. 91 — registro de cada carga 

O monitoramento de cada carga de dispositivos médicos deve ser registrado. 

Entre as informações mínimas previstas estão: 

  • Data da esterilização; 
  • Número do lote da carga; 
  • Identificação do esterilizador, quando houver mais de um; 
  • Resultado e interpretação do monitoramento do pacote-teste; 
  • Relação dos pacotes esterilizados; 
  • Nome do operador; 
  • Parâmetros físicos do processo. 

Para esterilização por vapor saturado sob pressão, devem ser monitorados tempo, temperatura e pressão. 

Art. 92 — rastreabilidade 

Os registros do monitoramento devem ser arquivados de forma que sua rastreabilidade seja garantida pelo prazo mínimo de cinco anos. 

Portanto, monitorar é apenas uma parte do processo. Registrar e manter a rastreabilidade também são exigências importantes. 

Como fazer o teste biológico da autoclave? 

A execução precisa respeitar tanto a regulamentação aplicável quanto as instruções do fabricante do indicador biológico, da incubadora e da autoclave. 

No contexto da RDC nº 1.002/2025 para serviços odontológicos, alguns passos podem ser organizados da seguinte maneira. 

1. Prepare o pacote-teste 

A RDC determina que o pacote-teste utilizado no monitoramento semanal contenha: 

  • Indicador biológico; 
  • Integrador químico tipo 5 ou 6. 

O pacote-teste deve ser preparado utilizando embalagem dupla de papel grau cirúrgico. 

Siga também as orientações de utilização do fabricante dos indicadores. 

2. Posicione corretamente o pacote 

O posicionamento é uma parte fundamental do teste. 

Segundo o §2º do Art. 89 da RDC nº 1.002/2025, o pacote-teste deve ser colocado: 

no ponto de menor circulação de calor latente indicado pelo fabricante do equipamento de esterilização. 

Portanto, não existe uma posição universal que possa ser indicada para todas as autoclaves. 

Não é correto simplesmente determinar que o teste fique sempre “no fundo”, “na frente” ou “próximo à porta” sem considerar as características do equipamento. 

Consulte o manual da autoclave para identificar o ponto indicado pelo fabricante. 

3. Realize o ciclo 

Para o teste biológico semanal previsto pela RDC nº 1.002/2025, o pacote deve ser processado no primeiro ciclo de esterilização do dia. 

O carregamento e a operação da autoclave devem seguir as orientações do fabricante e os procedimentos definidos pelo serviço. 

4. Retire o indicador seguindo os cuidados recomendados 

Após a conclusão do ciclo e respeitando as condições seguras de manipulação, retire o pacote-teste. 

A partir daí, siga as instruções específicas do fabricante do indicador biológico. 

5. Faça a incubação 

O procedimento de ativação, temperatura de incubação, período necessário para leitura e forma de interpretação podem variar conforme o sistema utilizado. 

Por isso, não utilize um tempo de incubação genérico para qualquer indicador biológico. 

Há produtos com diferentes tecnologias e tempos de resposta. 

Utilize a incubadora compatível e siga rigorosamente as instruções do fabricante. 

6. Interprete e registre o resultado 

Depois do período determinado pelo fabricante, faça a leitura. 

O resultado e sua interpretação devem ser documentados juntamente com as demais informações de rastreabilidade exigidas. 

Onde colocar o teste biológico dentro da autoclave? 

Essa é uma das principais dúvidas relacionadas ao procedimento. 

Para os serviços odontológicos abrangidos pela RDC nº 1.002/2025, a resposta é objetiva: 

no ponto de menor circulação de calor latente indicado pelo fabricante da autoclave. 

Isso faz sentido porque o monitoramento precisa avaliar uma condição desafiadora dentro do equipamento. 

Mas atenção: outras regulamentações podem utilizar terminologia diferente. 

A RDC nº 15/2012, por exemplo, determina que o indicador biológico seja colocado em pacote-desafio no ponto de maior desafio ao processo de esterilização, definido durante os estudos térmicos da qualificação de desempenho. 

Portanto, antes de estabelecer um procedimento interno, identifique: 

  1. Qual norma se aplica ao serviço; 
  1. Qual é o equipamento utilizado; 
  1. O que determina o fabricante; 
  1. Como foi estabelecido o ponto de desafio aplicável. 

Teste biológico positivo: o que significa? 

Um resultado positivo indica que houve crescimento dos microrganismos utilizados no indicador após o processamento. 

Isso representa um alerta de possível falha no processo de esterilização. 

As possíveis causas precisam ser investigadas e podem envolver diferentes fatores, como: 

  • Problemas no ciclo; 
  • Falhas mecânicas; 
  • Carregamento inadequado; 
  • Problemas relacionados ao processo; 
  • Falha ou manipulação inadequada do indicador; 
  • Outras condições que comprometam a esterilização ou o próprio teste. 

Por isso, o resultado não deve ser ignorado nem simplesmente substituído por um novo teste sem investigação. 

O que fazer se o teste biológico der positivo? 

Um indicador biológico positivo exige uma resposta estruturada do serviço. 

Como a RDC nº 1.002/2025 estabelece requisitos de monitoramento e rastreabilidade, mas os Artigos 89 a 92 não apresentam um passo a passo completo de investigação de um indicador positivo, o serviço deve seguir seu protocolo, as instruções dos fabricantes e demais referências técnicas aplicáveis. 

De forma geral, a conduta envolve: 

1. Não tratar o resultado como normal 

Registre a ocorrência e comunique o profissional responsável pelo processamento. 

2. Avaliar os registros do ciclo 

Confira: 

  • Tempo; 
  • Temperatura; 
  • Pressão; 
  • Resultado do integrador químico; 
  • Número do lote; 
  • Equipamento utilizado; 
  • Operador; 
  • Carga processada; 
  • Posicionamento do pacote-teste. 

Esses dados ajudam a investigar a possível origem da falha. 

3. Interromper a utilização do equipamento quando houver suspeita de falha 

O equipamento não deve simplesmente continuar sendo utilizado diante de uma suspeita não esclarecida de falha no processo. 

A avaliação deve seguir o protocolo do serviço e as orientações técnicas aplicáveis. 

4. Repetir a avaliação conforme protocolo e fabricante 

Pode ser necessário repetir o monitoramento para investigar o resultado, sempre seguindo procedimentos validados. 

Um manual institucional da Ebserh, por exemplo, orienta interromper o uso da autoclave diante de um indicador biológico positivo e repetir o teste com indicador de leitura rápida pelo menos duas vezes. Se houver persistência da positividade, recomenda suspender o equipamento e solicitar manutenção. 

Essa é uma orientação operacional específica e não deve ser confundida com o texto da RDC nº 1.002/2025. 

5. Avaliar os materiais processados 

A rastreabilidade permite identificar quais materiais foram processados em determinado lote e equipamento. 

Quando uma falha é confirmada ou não pode ser descartada, os materiais potencialmente envolvidos precisam ser avaliados conforme o protocolo aplicável, incluindo eventual recolhimento e reprocessamento. 

6. Investigar o equipamento 

Se houver suspeita de falha da autoclave, pode ser necessária avaliação técnica, manutenção e requalificação antes da retomada da rotina. 

A RDC nº 15/2012, dentro de seu campo de aplicação, determina requalificação após mau funcionamento, reparos em partes do equipamento ou suspeita de falhas no processo de esterilização. 

7. Documentar as medidas adotadas 

Não registre apenas “positivo” ou “negativo”. 

Documente também, conforme aplicável: 

  • Investigação realizada; 
  • Materiais envolvidos; 
  • Novos testes; 
  • Manutenção; 
  • Ações corretivas; 
  • Resultados posteriores; 
  • Liberação do equipamento. 

A rastreabilidade é fundamental para demonstrar o controle do processo. 

Teste biológico positivo significa que a autoclave está quebrada? 

Não necessariamente. 

Um resultado positivo pode estar associado a diferentes fatores e precisa ser investigado. 

O problema pode estar relacionado ao equipamento, mas também pode envolver carregamento, parâmetros do processo, preparação do pacote, indicador, incubação ou outras etapas. 

Por isso, a análise deve considerar conjuntamente: 

indicadores biológicos + indicadores químicos + parâmetros físicos + registros do processo + condições do equipamento. 

Qual a diferença entre teste biológico e Bowie & Dick? 

São testes diferentes. 

O indicador biológico monitora a eficácia microbiológica do processo de esterilização. 

Já o teste Bowie & Dick avalia o desempenho do sistema de remoção de ar em autoclaves assistidas por bomba de vácuo. 

Na RDC nº 1.002/2025, o Art. 88 determina que, nas autoclaves assistidas por bomba de vácuo, o Bowie & Dick seja realizado no primeiro ciclo do dia. 

Portanto, a realização do teste biológico não elimina a necessidade do Bowie & Dick quando este for aplicável. 

O integrador químico substitui o teste biológico? 

Não. 

Nos serviços odontológicos abrangidos pela RDC nº 1.002/2025, a própria norma demonstra essa complementaridade. 

No monitoramento semanal do primeiro ciclo, o pacote-teste deve conter indicador biológico + integrador químico tipo 5 ou 6. 

Nos ciclos subsequentes, deve ser utilizado pacote-teste com integrador químico tipo 5 ou 6. 

Além disso, os parâmetros físicos precisam ser registrados. 

Ou seja, diferentes métodos fornecem informações diferentes sobre o processo. 

Checklist para o monitoramento da autoclave 

Verificação O que observar 
Frequência do teste biológico Norma aplicável ao serviço 
Pacote-teste Composição exigida pela regulamentação 
Posicionamento Ponto definido conforme norma e fabricante 
Integrador químico Tipo exigido para o processo 
Tempo Parâmetro físico do ciclo 
Temperatura Parâmetro físico do ciclo 
Pressão Parâmetro físico do ciclo 
Incubação Instruções do fabricante do indicador 
Resultado Registrar e interpretar 
Lote Garantir rastreabilidade 
Equipamento Identificar quando houver mais de um 
Operador Registrar responsável 
Arquivamento Respeitar prazo previsto na regulamentação 

Perguntas frequentes sobre teste biológico de autoclave 

Qual a frequência do teste biológico da autoclave? 

Depende da regulamentação aplicável. Nos serviços odontológicos abrangidos pela RDC Anvisa nº 1.002/2025, o monitoramento com indicador biológico deve ser realizado semanalmente, no primeiro ciclo de esterilização do dia, em pacote-teste com integrador químico tipo 5 ou 6. 

Onde colocar o teste biológico na autoclave? 

Na odontologia regulamentada pela RDC nº 1.002/2025, o pacote-teste deve ser colocado no ponto de menor circulação de calor latente indicado pelo fabricante da autoclave. 

O teste biológico precisa ser feito com a autoclave vazia? 

A RDC nº 1.002/2025 determina a composição, frequência e posicionamento do pacote-teste, mas a execução do ciclo deve considerar as instruções do fabricante e o procedimento definido para o equipamento. Não é adequado criar uma regra universal sem essas informações. 

Quanto tempo demora o teste biológico? 

Depende do indicador utilizado. Existem tecnologias com diferentes períodos de incubação e leitura. Siga o tempo e as condições determinados pelo fabricante do indicador e da incubadora. 

O que significa teste biológico positivo? 

Significa que houve crescimento microbiano no indicador processado, indicando possível falha no processo de esterilização. O resultado exige investigação e adoção das medidas previstas nos protocolos aplicáveis. 

Posso continuar usando a autoclave depois de um teste positivo? 

Um resultado positivo não deve ser ignorado. Diante da suspeita de falha, o processo deve ser investigado e o equipamento não deve simplesmente continuar em uso sem que a situação seja esclarecida conforme os protocolos técnicos aplicáveis. 

Preciso guardar os resultados dos testes? 

Sim. Para os serviços odontológicos abrangidos pela RDC nº 1.002/2025, os registros do monitoramento do processo de esterilização devem ser mantidos de forma rastreável por no mínimo cinco anos. 

Monitorar a esterilização também é cuidar da segurança 

O teste biológico não deve ser encarado apenas como mais uma tarefa na rotina de esterilização. 

Ele faz parte de um sistema de monitoramento que reúne indicadores biológicos, químicos, parâmetros físicos, rastreabilidade e controle do equipamento. 

Para os serviços odontológicos, a RDC nº 1.002/2025 trouxe orientações claras sobre frequência, composição e posicionamento do pacote-teste, além dos registros necessários para cada carga. 

Mais do que simplesmente realizar o teste, é fundamental realizá-lo corretamente, interpretar o resultado e saber como agir diante de uma possível falha. 

Na Utilidades Clínicas, você encontra autoclaves, indicadores biológicos, integradores químicos, papel grau cirúrgico e outros acessórios para diferentes etapas do processo de esterilização. 

Juntos pela saúde. 

Fontes 

  • Anvisa — RDC nº 1.002/2025: requisitos de Boas Práticas de Funcionamento para serviços que prestam assistência odontológica 

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/temas-em-destaque/PR__1002_2025_versao2_2026.pdf 

  • Anvisa — Perguntas e Respostas sobre a RDC nº 1.002/2025 

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/temas-em-destaque/PR__1002_2025_versao2_2026.pdf 

  • Anvisa — RDC nº 15/2012: requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde 

https://bvs.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2012/rdc0015_15_03_2012.html

  • Anvisa — Legislação vigente para serviços de saúde 

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/servicosdesaude/legislacao-vigente

  • Ebserh — Manual de Central de Material e Esterilização 

https://www.gov.br/ebserh-intensifica-assistencia-a-distancia-como-estrategia-de-combate-a-cov/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-norte/hdt-uft/acesso-a-informacao/gestao-documental/manual/ma-ubcme-002-manual-cme.pdf 

  • Utilidades Clínicas — Autoclaves e esterilização 

https://www.utilidadesclinicas.com.br

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